quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Câncer de Pênis


O câncer de pênis é neoplasia que acomete o pênis. É uma patologia relativamente rara, mas no Brasil, ocorre uma das maiores incidências do mundo.

É uma doença que assusta muito, pois seu tratamento é mutilante, uma vez que é necessária a amputação (retirada) de parte do pênis ou, em alguns casos, do órgão inteiro.

Porém é muito fácil evitá-la. Basta que se faça a higiene adequada do órgão masculino.

Os principais fatores de risco para esse câncer são o esmegma (aquele “sebo” branco que se acumula na glande – “cabeça do pênis”) e a fimose (quando o prepúcio – pele que recobre a glande – é muito “apertado” e não permite a exposição da glande). Como a fimose impede a visualização da glande, não é possível lavá-la, acumulando “sujeira”, que leva ao risco de formar o câncer do pênis.

Assim, no caso de fimose em você ou seu filho, procure um urologista para o tratamento adequado.

E lembre-se de lavar corretamente seu pênis. Puxe o prepúcio (pele), expondo completamente a glande (“cabeça do pênis”) e lave com água e sabão neutro, ao tomar banho e após relações sexuais. Depois, enxugue a região. Também é importante puxar a pele quando for urinar, para não acumular urina na região.


Fonte:www.cliquecontraocancer.com.br

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Tromboembolismo Sistêmico

Refere-se aos êmbolos que viajam dentro da circulação arterial, a maioria surge de trombos murais intracardíacos, dois terços dos quais estão associados a infartos da parede ventricular esquerda e outro quarto com átrios esquerdos dilatados e fibrilantes. O restante origina-se de aneurismas aórticos, trombos nas placas ateroscleróticas ulceradas, ou fragmentação de uma vegetação valvular, com uma fração pequena devido aos êmbolos paradoxais; 10% a 15% dos êmbolos sistêmicos são de origem desconhecida. Já os êmbolos venosos tendem a se alojarem principalmente num leito vascular (ex. pulmão), os êmbolos arteriais podem viajar para uma ampla variedade de locais; o ponto de interrupção do êmbolo depende da fonte do tromboêmbolo e do volume do fluxo sanguíneo através da corrente tecidual.
Os principais locais para a embolização arteriolar são:
  • Extremidades inferiores;
  • Cérebro;
  • Intestinos;
  • Rins;
  • Pâncreas e;
  • Extremidades superiores.

Choque

O choque é a via final comum a um número de eventos clínicos potencialmente letais, incluindo hemorragia grave, trauma extensivo ou queimaduras, grande infarto miocárdio, embolia pulmonar maciça e sepse microbiana. O choque dá origem à hipoperfusão sistêmica causada pela redução no débito cardíaco ou no volume sanguíneo circulante efetivo.

Características do Choque:
  • Pele pálida e úmida
  • Extremidades frias
  • Colapso das veias superficiais
  • Hipotensão arterial
  • Distúrbios do estado de consciência
  • Insuficiência respiratória
  • Insuficiência renal
Obs: Na fase inicial do choque séptico as características são: pele rosada, quente e bem-irrigada.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Hiperemia


A hiperemia é um aumento da quantidade de sangue circulante num determinado local, ocasionado pelo aumento do número de vasos sanguíneos funcionais.

O grande volume de sangue presente nesse caso provoca eritema, pulsação local e calor.A hiperemia é acompanhada de prévia isquemia ou pode estar sob a tríade isquemia-hiperemia-inflamação.

É dividida em hiperemia ativa e hiperemia passiva ou congestão.

  • A Hiperemia Ativa é causada por uma dilatação arterial ou arteriolar que provoca um aumento do fluxo sangüíneo nos leitos capilares, com abertura da capilares inativos.
  • A Hiperemia Passiva(Congestão) decorre de diminuição da drenagem venosa.


  • Hiperemia arterial: orgãos em atividade, inflamação, queimaduras, radiação, venenos.
  • Hiperemia Venosa: interferência na drenagem venosa devido a doenças primárias ou secundárias a região.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Edema



Aproximadamente 60% do peso corporal magro consistem em água; dois terços desta água são intracelulares e o restante é encontrado no espaço extracelular, na maioria das vezes como líquido intersticial.

O termo edema significa líquido elevado nos espaços teciduais intersticiais. Dependendo do local, as coleções líquidas em diferentes cavidades corporais são variadamente denominadas hidrotórax, hidropericárdio e hidroperitônio.

Os principais mecanismos causadores do edema são o aumento da pressão dentro dos vasos (pressão hidrostática) e a diminuição da concentração de proteínas no sangue (pressão oncótica). Ambos facilitam a passagem de líquidos dos vasos para o espaço intersticial.

Edema generalizado ou anasarca acontece quando o mesmo se espalha por todo o corpo e nas cavidades pré-formadas. Pode ocorrer também dentro do abdômen ascite e dentro do pulmão.

Hemorragia



Hemorragia indica, em geral, extravasamento de sangue devido à ruptura do vaso. O sangramento capilar pode ocorrer sob condições de congestão crônica e uma tendência aumentada à hemorragia de lesão geralmente insignificante é vista numa grande variedade de disfunções coletivamente clínicas denominadas diáteses hemorrágicas.

A hemorragia pode ser manifestada em uma variedade de padrões, dependendo do tamanho, da extensão e da localização do sangramento.

O significado clínico da hemorragia depende do volume e da taxa de sangramento. A rápida perda de até 20% do volume sanguíneo ou perdas lentas de até grandes quantidades pode ter pouco impacto em adultos sadios; perdas maiores, entretanto, podem resultar em choque hemorrágico.

O local da hemorragia também é importante; o sangramento que seria trivial nos tecidos subcutâneos pode causar morte se localizado no cérebro, pois o crânio é inflexível e o sangramento lá pode resultar num aumento da pressão intracraniana e herniação.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Embolia


Um êmbolo é uma massa intravascular solta, sólida, líquida, ou gasosa que é carregada pelo sangue a um local distante de seu ponto de origem. Quase todos os êmbolos representam alguma parte de um trombo desalojado; por conseguinte, o termo comumente utilizado é tromboembolismo.

A causa mais comum e evitável de morte em pacientes hospitalizados é o tromboembolismo pulmonar. A maioria dos casos é provocada por êmbolos que surgem de trombose de veias profundas das pernas e o diagnóstico é difícil porque dão sintomas incaracterísticos e a maioria dos casos é de resolução espontânea. As consequências clínicas do embolismo pulmonar dependem da extensão do bloqueio vascular pulmonar e do tempo de evolução.

Alguns tipos de embolia:

Embolia gordurosa: A Embolia gordurosa geralmente tem origem em fraturas de ossos longos, a gordura é liberada pela medula óssea ou lesão do tecido adiposo e entra na circulação pela ruptura dos sinusóides vasculares medulares ou das vênulas.

Embolia Gasosa: A embolia gasosa é a obstrução dos vasos sangüíneos por bolhas de ar na corrente sangüínea, geralmente decorrentes da expansão do ar nos pulmões com a diminuição da pressão durante a subida à superfície em um mergulho.

Embolia do Líquido Amniótico:
Embolia pulmonar que ocorre após o parto, por passagem de parte do líquido amniótico para a circulação da mãe.